sexta-feira, maio 19, 2006

Mar sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

Sophia de Mello Breyner Andresen, "Mar", Caminho, Lisboa, 2001, p.30

9 Comments:

Blogger escrevi said...

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12:19 da tarde  
Blogger escrevi said...

Tão bonito...
É mesmo como ela diz.

Um beijo

12:22 da tarde  
Blogger wind said...

O amor que Sophia tinha pelo mar fazia com que ela escrevesse poemas belos como este. Beijos

12:51 da tarde  
Blogger José said...

Será milagre?
Realmente é um poema espectacular, belíssima escolha.
Beijinho

1:49 da tarde  
Blogger JPD said...

Lindíssimo, Dulce!
Bjs

7:49 da tarde  
Blogger axadresado said...

olá menina.
cruzamo-nos na exposição do nosso amigo DR. Chiotti.
bjs

10:15 da tarde  
Blogger Helder Ribau said...

vou voltar... mais vezes... :)

12:46 da manhã  
Blogger lena said...

Sophia sabe [a]mar ...

encanta-me, os seus versos têm sempre o cheiro a maresia

beijos, muitos, Dulce obrigada por a trazeres até aqui

lena

3:30 da tarde  
Blogger Su said...

o mar...sempre o mar....
jocas maradas de a.mar

6:45 da tarde  

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