domingo, julho 22, 2007

Café sem vista

Texto retirado

12 Comments:

Blogger viajante said...

O contraste da cidade-betão com a terra-maravilha.
Bj

5:54 da manhã  
Blogger José said...

Simplesmente BELO.
Beijinhos

10:58 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Que paisagens belas tu viste!?

Gostei tanto, foi como se te tivesse acompanhado, adorei os potros, que lindos eram...

Bjs.

Escrevi

11:12 da manhã  
Blogger Isabel said...

Fazes-nos planar sobre as tuas palavras perdendo-nos na beleza das palavras e na tranquilidade das paisagens.

Bjt

1:07 da tarde  
Blogger Bichodeconta said...

Obrigada amiga por me fazeres por momentos ir por ai também.. Lindas as imagens , desejo boa semana, Deixo aquele abraça..

6:42 da tarde  
Blogger Cusco said...

Olá..
Bem, este texto está simplesmente espectacular..Um dos teus melhores segundo a minha opinião!

Um beijo serrano...

Até breve!

6:54 da tarde  
Blogger A. Jorge said...

Escrito por ti, não podia esperar outra coisa senão um maravilhoso texto como este.
Estamos já muito mal habituados!...

Abraço

Jorge

1:01 da manhã  
Blogger Maria said...

Que bom voltar a ler-te.....
Tive saudades.....

Beijo

3:08 da manhã  
Blogger Conceição Bernardino said...

Olá,
Desculpe a minha ausência, mas o que importa é, que estou de volta.
Continuarei a comentar, é esta a minha maneira de ser:
Oferendo este poema da “FLY” – do blog “Pedaços DÀlma”


Ausência

Quero largueza desta dor
Apartar-me desta saudade,
Libertar-me desta angústia e vencer esta dor
Mas é em vão...
Vão passar-se muitos anos Pai e eu vou sempre chorar a tua ausência.
Sinto a tua falta!
Queria poder sorrir e dizer "hoje vou visitar-te"
E digo-o à mesma, mas não vejo o teu sorriso,
não sinto a tua voz,
não sinto o calor do teu toque,
nem o teu afago ou beijo...
Estou triste.
(...)
Porque teimam as lágrimas em cair ...?
Porque é que hoje o dia está cinzento
E o vento traz brisas negras de saudade?
Porque é que a minha mão continua estendida
E eu não sinto o teu calor?
Não estás...…
Nunca mais vais estar
E eu sinto-me tão só.
Onde estão as tuas palavras, o teu olhar, o teu carinho?
Onde estão?
Longinquamente por aí…
Perdidas entre a minha dor e a saudade…
Continuo aqui, paralisada,
Igual a mim mesma à espera do abandono impossível da solidão..
Preciso, tanto, de um abraço teu!!!

4:19 da tarde  
Anonymous perplexo said...

Não quero cair no cliché do «escreves cada vez melhor» mas tenho que dizer pelo menos: Continuas a escrever muito bem. Dá gosto ler.
Bj

9:05 da tarde  
Blogger Su said...

como gosto de ler.te

mas acredita ..prefiro qd o fazes na esplanada:)

jocas maradas...sempre

9:41 da tarde  
Blogger Ovelhas Ranhosas said...

http://bosquedarobina.blogspot.com/

10:00 da tarde  

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