Amigo ...
... foi um Blogstício animado e cheio de gente bonita. Bonita por dentro claro, que é o que mais importa.
Disseram-me que éramos 31 à mesa. Parece que houve uma ou outra desistência de última hora - já sabes que são coisas que acontecem ... O espírito do grupo porém, estava elevado.
O ponto de encontro - o mesmo do primeiro jantar em que estive presente - trouxe-me à memória esse dia. Vi-te de imediato reconhecendo-te pela foto do MSN. Ao teu lado sentava-se a Paula - aqueles olhos brilhantes e felizes vestidos de azul.
Ontem a mesa era outra e tu não estavas lá, mas o grupo era quase o mesmo. É bom rever todos em cada novo encontro.
A Paula sempre presente reflectindo-te num olhar espelhado de azul.
O Augusto e o Firmino - os teus companheiros na organização - de quem aprendi a conhecer e a gostar à medida que vamos trocando palavras.
A Júlia, um verdadeiro furacão no uso da palavra e do gesto.
A Lazuli - discreta, amável e me parece com uma ternura à flor da pele.
A Fátima que pouco conheço ainda mas em cujo olhar surpreendo a perspicácia.
O Perplexo - um sorriso sempre presente num olhar que continua tímido.
O Alexandre - olhos pequeninos e aquela postura de cabeça semi-inclinada com um assomo de meio-sorriso nos lábios.
O Ilídio que vou conhecendo aos poucos.
A Isabel, minha leitora assídua, que gostei tanto de reencontrar, e outros amigos que gostei de rever mas com quem ainda troquei poucas palavras.
O Friedrich e o seu olhar sempre muito atento.
A Isabel do Piano que esteve sentada perto de ti no último jantar a que compareceste.
No topo da mesa, a tua família mais chegada.
As conversas fluiram facilmente. Acho que todos sentíamos a tua falta, sentindo-te no entanto ainda bem presente. Falámos de ti. Lembrámos como foste importante para solidificar esta nossa relação. Lembrámos como o és ainda para motivar e perpetuar estes nossos encontros. Saudámos-te como se ainda ali estivesses presente. E quem sabe se estiveste mesmo ... circulando à nossa volta, conversando com um e com outro. A tua camisa e calça preta e os teus olhos pequeninos e brilhantes saltitando de um rosto para outro. Abraçando carinhosamente cada um de nós. Sorrindo o teu sorriso doce e estendendo as mãos num gesto fraterno.
Presentes estiveram também sem o estarem, o Luís Manuel, o António Afonso, o Travessias, o Zeca ... que tanto gostariam de ter lá estado.
Em Setembro voltamos. Eu e os outros. E tu também, espero. Sempre no nosso coração.
Disseram-me que éramos 31 à mesa. Parece que houve uma ou outra desistência de última hora - já sabes que são coisas que acontecem ... O espírito do grupo porém, estava elevado.
O ponto de encontro - o mesmo do primeiro jantar em que estive presente - trouxe-me à memória esse dia. Vi-te de imediato reconhecendo-te pela foto do MSN. Ao teu lado sentava-se a Paula - aqueles olhos brilhantes e felizes vestidos de azul.
Ontem a mesa era outra e tu não estavas lá, mas o grupo era quase o mesmo. É bom rever todos em cada novo encontro.
A Paula sempre presente reflectindo-te num olhar espelhado de azul.
O Augusto e o Firmino - os teus companheiros na organização - de quem aprendi a conhecer e a gostar à medida que vamos trocando palavras.
A Júlia, um verdadeiro furacão no uso da palavra e do gesto.
A Lazuli - discreta, amável e me parece com uma ternura à flor da pele.
A Fátima que pouco conheço ainda mas em cujo olhar surpreendo a perspicácia.
O Perplexo - um sorriso sempre presente num olhar que continua tímido.
O Alexandre - olhos pequeninos e aquela postura de cabeça semi-inclinada com um assomo de meio-sorriso nos lábios.
O Ilídio que vou conhecendo aos poucos.
A Isabel, minha leitora assídua, que gostei tanto de reencontrar, e outros amigos que gostei de rever mas com quem ainda troquei poucas palavras.
O Friedrich e o seu olhar sempre muito atento.
A Isabel do Piano que esteve sentada perto de ti no último jantar a que compareceste.
No topo da mesa, a tua família mais chegada.
As conversas fluiram facilmente. Acho que todos sentíamos a tua falta, sentindo-te no entanto ainda bem presente. Falámos de ti. Lembrámos como foste importante para solidificar esta nossa relação. Lembrámos como o és ainda para motivar e perpetuar estes nossos encontros. Saudámos-te como se ainda ali estivesses presente. E quem sabe se estiveste mesmo ... circulando à nossa volta, conversando com um e com outro. A tua camisa e calça preta e os teus olhos pequeninos e brilhantes saltitando de um rosto para outro. Abraçando carinhosamente cada um de nós. Sorrindo o teu sorriso doce e estendendo as mãos num gesto fraterno.
Presentes estiveram também sem o estarem, o Luís Manuel, o António Afonso, o Travessias, o Zeca ... que tanto gostariam de ter lá estado.
Em Setembro voltamos. Eu e os outros. E tu também, espero. Sempre no nosso coração.
8 Comments:
Deixo que as lágrimas corram hoje, ao ler-te. Aquelas que tentei ontem conter. Escreves demasiado bem para que não chore neste post magnífico que nos deixas hoje, Dulce. Para ti, todo o meu carinho, mais não posso dizer. Tu sabes. Muitos beijos.
Oferecer um abraço - um @bração, como tão bem gosto de ler, e receber nas mãos tão forte presença, deixa-me quase sem ar.
Não como se sofresse de qualqyer asfixia ou desconforto. Pelo contrário, é como se parasse ppor isntantes, e ... apenas o pensamento me guiasse.
E sinto-me partilhar uma alegria de silêncio.
Admirável esta Vida que nos permite saber de sentimentos assim, e mesmo reconhecendo a nossa pequenez, sentir o valor que eles teêm. Sim, porque não terminaram.
Saúde e alegria áqueles que alimentam a lembrança.
Um olhar ao infinito na saudação áquele que partiu.
Um beijo, amiga.
Lindas estas tuas palavras que ficarão como um memorial de uma festa fantástica e perene de sentimentos partilhados.
Adorei.
:)))) beijos
...imagino.deve ter sido muito lindo Dulce.
um tão grande abraço.
...talvez em setembro então!
:)
beijinho de boa noite.
As palavras são lindas, como sempre, mas o sentimento ainda é mais.
Bjs.
Então até Setembro...
"Ler-te" é um prazer. Afloras todos os nossos sentimentos. Falas com as nossas almas. Estive lá sem estar. Senti como se ,desde sempre, estivesse integrada. És uma verdadeira força da natureza. Nem tu sabes!
Um beijo muito amigo, Dulce
Ana Parreira
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