sexta-feira, abril 28, 2006

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"Há coisas que acontecem e não se consegue dizer como aconteceram, nem porquê nem como, que não se espera que venham a acontecer outra vez, das quais se tem muito medo porque levam ao fundo tudo por onde passam, terramotos. E no entanto sem catástrofe não se consegue, fica-se a meio, sabe a pouco."

PAIXÃO, Pedro, "Nos teus braços morreríamos", Cotovia, Lisboa, 2000, p.127

9 Comments:

Blogger escrevi said...

É!
Emergir dos escombros não é fácil, mas a alegria de ver a luz dá força para continuar até chegar à superfície onde alguém espera com um braço estendido e uma mão amiga.

Um beijo.

12:27 da tarde  
Blogger wind said...

Tal e qual:) Como uma grande paixão por exemplo:) beijos

2:18 da tarde  
Blogger AS said...

Nada se pode construir sem se removerem os destroços!...

Um beijo...

3:32 da tarde  
Blogger José said...

Depois da calamidade vem sempre a reconstrução e a bonança e junto também o medo, o medo de outra calamidade. A vida assim é feita, por isso existe no dicionário uma palavra, ESPERANÇA.
Como é bonito ler Pedro Paixão.
Um beijinho

3:51 da tarde  
Blogger Paula Raposo said...

É isso. Beijos, bom fim de semana para ti.

4:00 da tarde  
Anonymous Friedrich said...

É sempre dos imprevistos que nascem as soluções para o que não entendemos... Ganha-se em sabedoria, mas perde-se na essência da sua natureza…

Beijos

5:11 da tarde  
Blogger axadresado said...

olá menina.
é assim.
bjs

8:57 da tarde  
Blogger marakoka said...

há coisas que acontecem ....
acontecem e metem.nos medo, pq nos arrastam ....mas assim vivemos, com intensidade, sempre até ao fundo ..... exaustão...para voarmos de novo.....

jocas maradas de palavras

10:46 da tarde  
Blogger vero said...

Um bom Domingo p ti querida amiga...
Beijinhos***

1:17 da tarde  

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