quarta-feira, janeiro 03, 2007

Conta-me uma história ...

Texto retirado

13 Comments:

Blogger José said...

Vou-te contar uma história...
" O furinho
é para enfiar
o dedinho,
para levantar
o banquinho "
Beijos de Feliz Ano, pleno de histórias bonitas e apaixonantes, como só Tu sabes descrever.

7:04 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Quando fores avó vais contar estórias aos teus netos....
e espero que a reacção deles seja idêntica à tua quando as ouvias da boca da tua avó...

7:11 da tarde  
Blogger A Rapariga said...

Contas aqui as tuas estórias, que não são príncipes e princesas, mas são sempre de encantar.

Um beijinho e votos de um Bom Ano der 2007

7:47 da tarde  
Blogger aldina said...

Que 2007 seja um recomeço na continuidade da tua realização!

Sempre me questionei acerca do tal buraco dos bancos de madeira, da mesma forma que me questiono se os pinhões vendidos em sacos e embalagens industriais nos supermercados se são partidos à mão?

Até sempre!

8:29 da tarde  
Anonymous poetaeusou said...

METAMORFOSE (13)
Conta-me uma História.
Dulce, vou contar.
Não. Não, Era uma vez...
Mas faziam pensar.
E ficaram-me na memória.
Sem príncipes encantados.
Nem princesas adormecidas.
Eram vidas tristes narradas.
Desagradávelmente vividas.
Que no tempo perduraram.
E não encontramos saídas.
poetaeusou(adaptador)

8:35 da tarde  
Blogger Paula Raposo said...

Gosto muito das tuas histórias. Destas que leio aqui. Continua a contar-mas...beijos.

9:01 da tarde  
Blogger viajante said...

E esta já é uma linda história para contar aos netos.

9:11 da tarde  
Blogger wind said...

Levaste-me mais uma vez à infância e à minha avó:)
beijos

10:37 da tarde  
Blogger JPD said...

Olá Dulce!
Faz muito bem recordar. Renova a nostalgia e reforça os laços e afectos.

Um tio meu (Já morreu também) tinha uma especial agilidade para contar histórias para convencer o filho a comer a sopa: ou havia um rebanho de cerca de 427 ovelhas que era forçado a atravessar uma ponte para chegar ao pasto e que nesse percurso o pastor aproveitava para contar as ovelhas...Resultado, a cada ovelha corresponderia uma ovelha, ou dezenas de ovelhas. O pressuposto era que o final da contagem coincidise com a última colherada.
Às vezes era bem sucedido, outras, nem tanto!
:)

10:42 da tarde  
Blogger Dad said...

Linda história dulce. Tomara que eu um dia possa ser ma avó como eram as nossas...

Beijinhos e um bom ano, apesar de tudo o que vemos, ouvimos e lemos.

10:13 da manhã  
Blogger Luis Eme said...

Quem não gosta que lhe contem uma história?
Quem me contava mais histórias para comer na infância era a minha mãe...

11:14 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

(...)Conta aquela da fada de espuma,
só mais uma
avózinha...
E se acaso eu me deixar dormir,
amanhã o final quero ouvir!
avózinha(...)
, cantava a Lurdes Resende nos anos sessenta.
Afectuosamente

p.s. - o buraco serve(ia), tão só, para meter um dedo para o pegar.

12:18 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Só os avós têm tempo e paciência para contar histórias. Que bom seria que os pais, os irmãos, todos nós perdêssemos (ganhássemos) mais tempo a contar histórias.
Mas a azáfama da vida só aos avós permite esse direito.
João Norte

4:26 da tarde  

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