quinta-feira, dezembro 14, 2006

Memórias de prata

Texto retirado

12 Comments:

Blogger escrevi said...

Tão bonito!
Quanta sensibilidade e ternura nestas linhas, nesta tua escrita maravilhosa.

(E o livro, está a andar?)

Bjs.

8:15 da tarde  
Blogger Maria said...

Uma bonita homenagem à tua avó...

8:49 da tarde  
Blogger 100smog lda. said...

temos andado atarefadissimos!!! mas la arranjei tempo para passar por aqui enquanto relaxo!!! temos andado a 10000 a hora! aquele abraço e aquele sorriso pelas coisas boas da vida incluo como é obvio as palavras....ai as palavras!

9:51 da tarde  
Blogger Ana Fundo said...

Tão lindo, quase que senti e vi essas folhas de prata!!!
Beijinhos e bigada por tudo!!!
Beijos
Ana

10:09 da tarde  
Blogger Era uma vez um Girassol said...

O Natal é também tempo de recordar os que partiram e tanto nos deram, em outros tantos Natais!
Bonita história.
Para guardar no coração.
Bjs

10:46 da tarde  
Blogger PALAVRAPUXAPALAVRA said...

Gostei muito de te ler.

11:19 da tarde  
Anonymous poetaeusou said...

SERÁ MUITO ESPAÇO ????
Tambem regredi. Anos 60, portas da
Casa Batalha, 17??, portas vidradas, 7 gerações, Lia-se. Missa na Igreja dos Mártires, Refeições no Palmeira, Rua do Crucifixo, o mais económico, creme de Camarão 2$50, com camarão. Meninas das Tranças Pretas, "Balconeras" do Chiado. Penso que pelo menos a marca Casa Batalha, existe, até no Colombo, sofreu os efeitos do incendio do Chiado 198?.
A minha avó, tambem fazia pulseiras, colares, com conchas e pedrinhas ia apanha-las á Praia.
Minha Avó/Mãe, porque me deste esta
sensibilidade, Mãe/Avó. Querida.
poetaeusou(parati)

1:24 da manhã  
Blogger perplexo said...

Bem bonita esta história!

3:35 da manhã  
Blogger wind said...

É melhor sim:)
Bela a maneira como descreveste tudo:-)
beijos

10:20 da manhã  
Blogger A Rapariga said...

Lembro-me bem das pedrinhas, das missangas, das pequenas magias que se compravam na Casa Batalha.
Descreves tudo com a tua fina sensibilidade.
Vi-me lá outravez, às compras com a minha tia e a minha mãe
Beijinho

6:40 da tarde  
Blogger Ana Ramon said...

Como nos desfazemos tão facilmente de certas coisas em determinadas épocas das nossas vidas. Também recordo com saudade alguns objectos que não valorizei na altura e hoje sinto o peito apertado e o desgosto de não os possuir de novo. Uma bonita história, a tua. Bjs

9:37 da tarde  
Blogger Nilson Barcelli said...

Que doces recordações as que nos trouxeste.
Gostei de as ler e, ao mesmo tempo, recordar coisas de infância com contornos semelhantes.
Bom fim-de-semana.
Beijos.

10:43 da tarde  

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