quarta-feira, janeiro 18, 2006

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"Permitir que a mente voe é uma espécie de pequeno suicídio combinado com instantes de prazer profundo"

JANER, Maria de la Pau, "As mulheres que há em mim", Dom Quixote, Lisboa, 2005, p.115

7 Comments:

Blogger wind said...

Pode ser um pequeno suicídio, mas que é bom, é:) beijos

10:41 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

É isso mesmo. Um prazer profundo e um lento suicídio...Beijinhos para ti, Dulce.

1:08 da tarde  
Blogger JPD said...

Concordo com tudo menos coma correlação suicidária.
Bjs

10:17 da tarde  
Blogger AS said...

Quando a mente voa... o prazer é imenso!...

10:47 da tarde  
Blogger Fernando Palma said...

A minha nunca esteve no chão..

1:19 da manhã  
Blogger I N T E I R O S said...

Gostei de passear nos pedaços de ti em Inteiro.

6:23 da manhã  
Anonymous ferrus said...

Permitir que a mente voe é dar significado à palavra liberdade...de tudo!!!!!Seja em que instante for e do que for...Eu gosto quando a minha voe, flutue... :-)

12:27 da tarde  

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