quinta-feira, novembro 03, 2005

Enigma


Um novo ser me nasce em cada hora.
O que fui, já esqueci. O que serei
Não guardará do ser que sou agora
Senão o cumprimento do que sei.
SARAMAGO, José, "Os poemas possíveis", p.109
Foto: "Cabeça", Santa Rita pintor
(Para quem quiser vê-la ao vivo, encontra-se no Museu do Chiado, um espaço que recomendo vivamente)

8 Comments:

Blogger Wakewinha said...

I've been there!!! ;)

Beijinho*

5:44 da tarde  
Blogger vero said...

Gostava de ver ao vivo!
Beijinhos***

5:56 da tarde  
Blogger Ana Fundo said...

Depois daquela visita fugaz durante o curso...tenho mesmo que lá voltar, com olhos de ver, e com alma de sentir :-)))
De preferência na tua companhia...e depois...um cházinho no Chá do Carmo!!!!
Bjos
Ana Paula

7:21 da tarde  
Blogger Su said...

se aí estivesse ia ver ao vivo, assim vejo atraves de ti
gostei da música;)da letra;)
jocas maradas

7:44 da tarde  
Blogger Unknown said...

Lindissimo, amiga!
Perdoe-me a ausencia dos ultimos dias,... Estive sem conseguir entrar nos comentários por problemas do meu próprio pc, mas já está tudo funcionando novamente e cá estou para deixar-te muitos beijos e sorrisos!

8:53 da tarde  
Blogger Concha Pelayo/ AICA (de la Asociación Internacional de Críticos de Arte) said...

Dulce, fantástica imagen, cuyos trazos han conseguido evocar al Cabllero Andante de la Mancha. Muy quijotesca. Bello. Beso.

9:31 da tarde  
Blogger AQUENATÓN said...

Olá Dulce !

A arte tende à significação.
Tem um sentido.
A sua leitura é directamente proporcional à vitalidade de alguns nexos culturais, sociais, políticos e filosóficos de determinada época.

Esta obra que aqui hoje nos expões, teve um contexto próprio, se nos lembrarmos de liberdade criadora da época em que se insere ( princípio do Séc. XX ).

Pintor extravagante e contemporâneo de Amadeo de Sousa Cardozo, foi com este, o introdutor do futurismo em Portugal.
Infelizmente,tem sido muito esquecido ao longo dos tempos.
É pois benvinda esta tua pequena homenagem que aqui nos propões.

Parabéns ! Bji

12:22 da manhã  
Blogger Dameuntango said...

Pintura e poesia, ainda por cime de dois grandes vultos da cultura lusitana... bom demais.
Grande sensibilidade a sua! Sim, a sensibilidade não é um dom exclusivo do artista, é-o muito mais de quem a consome, ou seria um mero espelho sem reflexo.
Abraço
A. Bandeira Cardoso

10:52 da manhã  

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