segunda-feira, outubro 30, 2006

Trinta e oito, rua da ferradura

Texto retirado

16 Comments:

Blogger Isabel said...

Não tenho palavras para te dizer o que gostei do que acabei de ler. O teu espaço é hoje ainda mais teu e um espaço que tem a presença de quem já lá viveu é de valor incalculável.
Dentro dessa casa não estás só.


Um grande beijinho.


Isabel

1:15 da tarde  
Blogger augustoM said...

Estás na rua da ferradura, a sorte nunca te abandonará.
Um beijo. Augusto

2:16 da tarde  
Blogger Ana Fundo said...

E que tal se está a dar a minha afilhadita???
E tu? como te estás a sentir??
Beijos e vais ver, agora abre-se um novo capitulo na tua história!!
Ana

3:28 da tarde  
Blogger DE PROPOSITO said...

Um texto muito bonito que daria para pintar um quadro. A imaginação é muito fértil, sendo um dos factores que nos distingue de outros animais. E depois temos a escrita. Uma forma maravilhosa de comunicar (das muitas que hoje existem).
Fica bem.
Beijinhos para ti.
Manuel

5:34 da tarde  
Blogger a lice said...

Soube-me bem passar por aqui e conhecer o teu cantinho... Muito acolhedor!

Beijinhos de boa semana!;-)

6:41 da tarde  
Anonymous poetaeusou said...

Prosa (in) Dulce.
Inserida no sorriso indecifravel,
suportado por uma mão em pose.
Sorriso irónico ? Talvez.
De Mona Lisa. Invertido.
Vivi os mesmos sentimentos.
Mas... Libertei-me. É só meu.
O meu espaço !!!
poetaeusou(emliberdade)

7:13 da tarde  
Blogger wind said...

E ao teu espaço levaste-nos descrevendo-o física e emocionalmente.
beijos

7:21 da tarde  
Blogger Sandra Cardoso said...

Consigo entrar na tua casa nova, respirar o ar fresco das paredes, antever os teus movimentos e até sentir a tua alma, tal é a capacidade de nos envolveres no que escreves.

BEIJO

12:10 da manhã  
Blogger Paulo Sempre said...

O seu blogue transporta-nos para o que há de mais encoberto na luta severa das recordações, onde a nostalgia e o desassossego são "fantasmas" permamentes. Os factos que descreve parecem vir dos confins da infância, provavelmente incendiada pela aridez do "deserto" mais longo...o não ter aquele amor maior ao pé de si..
Abra todas as janelas!!!! A brisa, essa...há-de-lhe minimizar a solidão.
Beijo
Paulo

12:11 da manhã  
Blogger luis manuel said...

Que ruído... será o vento ou o mar ? Um vejo-o o outro sinto-o. Andarão abraçados os dois ? Os olhos que se fecham e envolvem um sonho que enrola o corpo. A noite !
As prais desertas, esperam... continuam afagadas pelo mar salgado, esperando...por dois amores.
Aqui ou ali, querer estar lá e estar aqui. Mas sabendo que vou estar lá ! Esta é uma passagem e um caminho para lá.
A alma que não se ausenta, o sonho que não se aprisiona. A ausência.... palavra reiventada ?!
Agora e na hora ... do recolhimento. As palavras sussuradas e repetidas. Agora e na hora ... da nossa lembrança.
Oposto ! Contrário ! A escolha ou o caminho traçado. Reconstruindo e tranformando o sonho em realidade.
A palavra reiventada... materializada agora numa lágrima. Num gesto reconhecido.
Ah ! como aos meus olhos se escrevem vidas declaradas, promessas de amor, poemas de luta. Solitário por algum tempo, ignorado de vez em quando. Acolhedor aos que se abraçam e se tocam em mim. Aqui, um banco de jardim...!
A noite despede-se do sonho, a luz obriga os olhos a acordarem, despertos já estavam sentindo o coração a galope... desde o princípio atá agora. Parecia até ao fim...
É aqui. Aqui dentro de casa. Espaço com o tempo da memória, das vidas vividas, daquelas que sobrevivem.
A porta fecha o mundo lá fora, protege o mundo cá dentro.
Na rua da ferradura... o silêncio não é solidão e a noite não é escuridão.
Na rua da ferradura... o sorriso é a alma da vida que renasce e a gratidão ao sonho que se concretiza.

Á Joana... 24º aniversário !
Á amiga, um beijo.

12:29 da manhã  
Blogger mfc said...

E conseguiste reconhecer-te dentro dessa casa que era tua?
Os anos não passados fora não te mudaram o hábito de a sentires tua?
É que já passei por isso e não me habituei de novo.

12:49 da manhã  
Blogger Ines said...

Eu estou prestes a mudar para a casa que era da minha avó... sei do que falas, das paredes pintadas, das madeiras tratadas...
E das recordações!
Parece que consigo visualizar tudo como era... e ao mesmo tempo sonhar com o que quero que seja.
Mas a minha avó respira-se ainda naquela casa.
O meu marido não vai sentir isso...
A minha filha muito menos...
Serão lembranças só minhas?!?

1:46 da manhã  
Blogger mfc said...

Percebi que era uma casa de alguém muito chegado. Obrigado por mo teres dito.
Depois de 30 anos a viver fora (mas indo lá praticamente todas as semanas..)de casa dos meus pais, hoje que para lá quase voltei, acabei por me sentir um corpo estranho e isso perturbou-me.

2:04 da manhã  
Blogger Paula Raposo said...

A casa a que se regressa não é a mesma que deixámos. Texto excelente. Beijos.

9:53 da manhã  
Blogger José said...

Bom titulo para um romance!
Ou será que já estás a escrever o romance?!
Que o Trinta e oito, rua da ferradura traga toda a energia necessária para um novo tempo, novas escritas e um desfolhar de página.
Beijinho

5:35 da tarde  
Anonymous alexandreferreira14258@gmail.com said...

Nostlgia pura.
Tão amorosamente contado que romance daria se um dia fosse editado...
Escreves simplesmente magia nos meus olhos.
beijinho do teu amigo

1:11 da manhã  

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